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Polícia desarticula grupo investigado por tráfico e extorsão no RN e mais quatro estados

Investigações da Operação Red Dot aconteciam desde outubro de 2025 PCRN/Divulgação Seis pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa com atua...

Polícia desarticula grupo investigado por tráfico e extorsão no RN e mais quatro estados
Polícia desarticula grupo investigado por tráfico e extorsão no RN e mais quatro estados (Foto: Reprodução)

Investigações da Operação Red Dot aconteciam desde outubro de 2025 PCRN/Divulgação Seis pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa com atuação no Rio Grande do Norte e em outros estados foram presas durante a operação "Red Dot", deflagrada entre os dias 23 e 26 de junho pela Polícia Civil potiguar. Segundo a corporação, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão nas cidades de Mossoró, João Pessoa (PB), Porto Belo (SC), Uberlândia (MG) e Aracati e Fortaleza no Ceará. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Entre os presos estão uma mulher de 28 anos e cinco homens de 21, 23, 28, 28 e 31 anos. De acordo com a Polícia Civil, eles são investigados por integrar organização criminosa armada, além de crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, extorsão, ameaça e corrupção ativa. LEIA TAMBÉM: Cuidadora e marido são presos suspeitos de furtar cartões e sacar dinheiro de idosos Homem é morto a tiros após discussão na Zona Oeste de Natal Chefe de organização criminosa foragido após romper tornozeleira é preso no RN A operação foi realizada de forma integrada com as polícias civis do Ceará, da Paraíba e de Santa Catarina, além das polícias penais do Rio Grande do Norte e de Minas Gerais. As investigações começaram em outubro de 2025 e apuram uma disputa territorial no RN. Segundo a polícia, a mulher presa exerceria papel de chefia na organização. A suspeita seria responsável por atividades estratégicas, como monitoramento das forças de segurança, planejamento de ações criminosas e apoio logístico. A investigação também aponta que o grupo recrutava integrantes, inclusive adolescentes, e mantinha vínculos com a guarda e a logística de armamentos utilizados pela organização criminosa. Agora no g1